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Influência, audiência e empatia

Hoje, a gente precisa focar e questionar, mais do que nunca, a presença social das marcas. As questões humanitárias são e serão, cada vez mais, fundamentais para que as empresas se mantenham saudáveis em todos os sentidos.


No entanto, todas as iniciativas nesse sentido precisam ter, acima de tudo, verdade e propósito. No momento em que estamos todos passando por uma crise mundial (como pessoas e como marcas), e também aprendendo juntos, isso é mais do que fundamental.


E a verdade, muitas vezes, está na voz e na vivência do outro, não na nossa. Cada marca, claro, tem uma verdade e isso pode ser ótimo, desde que ela se permita o exercício da empatia.


Diante de mais acontecimentos devastadores por conta de racismo já nesse início de mês, o ator e humorista Paulo Gustavo, que tem mais de 13 milhões de seguidores no Instagram, disponibilizou inteiramente seu perfil e sua audiência, por um mês, para Djamila Ribeiro, ativista negra e mestre em filosofia política. Uma voz que reverbera a causa do racismo não só no Brasil como no mundo.


Foto: reprodução do perfil @paulogustavo31



A motivação de Paulo Gustavo não poderia ser mais inspiradora, inteligente e humilde: “Me sinto na obrigação de ajudar e o meu melhor posicionamento será de escutar e APRENDER!”. Mais ainda: ele não foi apenas generoso com a causa (já que ela vai poder atingir tanta gente), mas também com seus seguidores.

Afinal, não é esse o papel do influenciador?

Essa (as aspas de Paulo Gustavo continuam, mas tomamos a liberdade de incorporá-la à nossa voz também), é uma luta de todos! Conhecer e entender o racismo é nossa responsabilidade. Não adianta dizer “eu não sou racista, somos todos iguais...”. Isso é pouco. Para as marcas, não basta colocar negros em suas campanhas, só porque “é politicamente correto”. Isso também é muito pouco. É preciso ter verdade. É preciso entender e incorporar a causa.


A gente, da Moulin, espera que as marcas realmente se inspirem nessa ação. Ouvir, aprender e dar voz, humildemente, pode ser sim o mais poderoso dos posicionamentos e também a maior e mais eficiente das ações de marketing e relacionamento. Um mundo pós-pandemia, certamente, estará mais preparado para isso do que jamais esteve.


Para pensar. E agir. Até a próxima!



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